Bordado N'Água

33. Yvy Marãey, tempo de fazer o que dissemos que faríamos (7)

June 4, 2019

Disseminar um projeto comum por todo o governo produzindo seu alinhamento para ir atrás dos resultados, requer, portanto, uma ação transversal à toda a máquina focada na mudança da forma de fazer as coisas, além de conteúdos arrebatadores, capazes de mobilizar para a ação, pois valeria a pena agir em tal direção. Você concorda com isso Guataha? Talvez esta seja a ação mais transformadora: substituir a rotina por uma gerência criativa, desenvolver novos saberes e atitudes nas pessoas, contar com um sistema de liderança proativo e inspirador, redesenhar processos de trabalho para submeter as antigas rotinas às demandas dos novos conteúdos, promover a prestação de contas em todos os níveis e junto à sociedade. Investir fortemente na mudança através das pessoas, por intermédio de agendas de formação continuada e permanente, nas vertentes gerenciais e técnicas, alinhadas às questões de Estado e governo. O que temos observado aqui em Yvy Marãey é que não é a adoção formal de um suposto plano,  nem a utilização massiva de tecnologias de informação, ou de decretos e portarias, tampouco as reformas de organogramas, que dão chances à mudança, mas sim o investimento no desenvolvimento das capacidades das pessoas envolvidas. A mudança começa pela transformação dos esquemas mentais e pela multiplicação dos canais de comunicação e diálogo organizacionais. Os males de Yvy Marãey, doutor? Saúva e corrupção. O formigame já rareou. O outro ainda não. Mesmo assim, pra complicar, é preciso esclarecer, tá na hora de acordar, há muito mais a fazer.

 

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