Bordado N'Água

35. Yvy Marãey, tempo de fazer o que dissemos que faríamos (9)

June 6, 2019

 Acreditamos Guataha, que as pessoas são o mais importante para gerar resultados e também para sabotá-los. Suas opiniões, experiências e habilidades, que se plenificam em ambientes adequados, fazem a diferença entre sucesso e fracasso.  Sentido de direção, conjuntamente definido é um dos elementos fundamentais para mobilizá-las. Mas, as pessoas precisam também ver a conclusão do que foi planejado. Devem ser responsabilizadas pelo plano e depois acompanhadas e cobradas sobre tudo que foi combinado. O líder quando se compromete faz as coisas andarem até o fim, sem tréguas. Assim as pessoas captam a mensagem de que acordos são para serem levados em frente. Por outro lado, liderar para fazer as coisas acontecerem é mergulhar na execução até o detalhe, lembrando que tanto “Deus” quanto o “Diabo” moram nos detalhes. Mais de uma vez, aqui em Yvy Marãey,  recebi encomendas às quais, incontinenti, dediquei-me noites adentro, e nunca mais os demandantes voltaram ao assunto. Já vi grandes eventos,  lançamentos de programas, inaugurações, transformarem-se em vexames por falta de cuidado com detalhes banais. As pessoas devem conhecer os resultados que se espera de cada um e se tornar responsáveis pelos compromissos que assumiram. Nós, os líderes Guataha, não somos bons quando exercemos o poder, mas quando damos o exemplo. Concorda?  Quando as decisões não são tomadas ou os compromissos não são cumpridos todos procuram respostas na estrutura e nos processos de trabalho, mas as crenças e a cultura as precedem como alavancas de mudança. Novas crenças promovem mudanças e devem começar com novos comportamentos das lideranças. Os líderes promovem o comportamento que demonstram e aquele que toleram. Veja, Guataha, o mau exemplo do governante  que,  por alguma deficiência mal explicada (penso que na verdade postura arrogante inspirada em costumes de corte), atrasa, sistematicamente, sua chegada a todos os compromissos que assume, deixando à vontade a estrutura inteira, de cabo a rabo, para cometer toda sorte de atrasos assemelhados. Singelo exemplo da história da borboleta que bate as asas do outro lado do oceano provocando um furacão entre nós. Estaríamos certos em pensar assim, Guataha?

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